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Ataques virtuais focam no alvo mais inocente

28/08/2013

Se adultos já são vulneráveis a ataques virtuais, imagine crianças e adolescentes. Em conferência de segurança realizada em Cancún, no México, o analista de malware Roberto Martinez, da Kaspersky Lab, explicou que as ameaças, neste caso, são muito mais comportamentais do que técnicas. E relembrou o caso da jovem canadense Amanda Todd, que foi chantageada e se tornou vítima de cyberbullying até a vida social se tornar praticamente impossível. A menina se suicidou aos 15 anos, mas antes contou toda a história no YouTube.

Hoje em dia é muito comum nas redes sociais o roubo de identidade, além de difamação e postagem indevida de vídeos e fotos privados. Entre as práticas corriqueiras está também o envio de imagens sugestivas por smartphones.

– As crianças são muito inocentes e vulneráveis, e o cibercrime se disfarça para atrair a atenção delas. A opinião dos outros, neste caso, pode destruir a formação de uma personalidade – diz Martinez.

Nesses casos, um problema que era apenas virtual pode virar social. A solução, sugere Martinez, começa na comunicação dentro de casa, além da proteção tecnológica. Controle parental, com filtro de conteúdo e horário, que existe na maioria dos softwares de segurança podem ajudar, mas não como boas horas de conversa e cumplicidade entre pais e filhos. Além do apoio familiar, é preciso que as escolas trabalhem na prevenção do cibercrime.

Pais não tem ideia do que os filhos fazem na internet

Atualmente, 80% dos pais não têm ideia do que os filhos fazem no ambiente digital. Apenas no México, 18% das crianças entre 10 e 15 anos foram molestados pela internet e 44% se encontraram na vida real com pessoas que conheceram no mundo virtual. Quase 20% delas conhecem amigos que já trocaram imagens nuas ou seminuas via web.

Segundo estudo da Kaspersky Lab, uma coisa simples como mudar a cor do Facebook e outras iscas relacionadas às redes sociais são portas de entrada para vírus que controlam o navegador do usuário. A pesquisa apresentada por Martinez listou ainda os sites mais bloqueados pelos pais a partir do controle parental. O primeiro deles é o Facebook, seguido do Twitter e de uma lista de blogs e outros endereços de conteúdo adulto.

Fonte: Clic RBS 

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